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Mário Silva _ Arte (AI)

" Se arte é definida como qualquer criação humana que expresse beleza, criatividade ou significado, então as obras de IA podem certamente ser consideradas arte."

Mário Silva _ Arte (AI)

" Se arte é definida como qualquer criação humana que expresse beleza, criatividade ou significado, então as obras de IA podem certamente ser consideradas arte."

"O Homem do Paleolítico e a descoberta do Fogo" – MárioSilva (IA)

Mário Silva, 27.06.25

"O Homem do Paleolítico e a descoberta do Fogo"

Mário Silva (IA)

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A pintura digital de Mário Silva, intitulada "O Homem do Paleolítico e a descoberta do Fogo", retrata de forma vívida um grupo de homens das cavernas reunidos ao redor de uma fogueira dentro de uma caverna.

A iluminação quente do fogo contrasta com a escuridão rochosa, destacando a importância desse elemento na vida primitiva.

A cena captura um momento de união e proteção, refletindo a transição cultural e tecnológica que a descoberta do fogo trouxe para a humanidade.

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A descoberta do fogo marcou um divisor de águas na vida do Homem do Paleolítico, trazendo mudanças profundas que moldaram o curso da civilização.

Antes dessa inovação, os humanos dependiam exclusivamente da natureza para se aquecer e se proteger de predadores.

Com o domínio do fogo, obtido por fricção ou aproveitado de ocorrências naturais como raios, a humanidade ganhou uma ferramenta versátil.

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O fogo proporcionou calor, permitindo que os grupos humanos sobrevivessem em climas mais frios e expandissem seu “habitat”.

Também serviu como defesa contra animais selvagens, criando uma barreira de segurança ao redor das cavernas.

Além disso, a culinária foi revolucionada: alimentos cozidos tornaram-se mais seguros e nutritivos, facilitando a digestão e ampliando a variedade da dieta.

Isso, por sua vez, influenciou o desenvolvimento físico e cognitivo, já que o corpo podia gastar menos energia na digestão.

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Outro aspeto crucial foi o papel social do fogo.

As fogueiras tornaram-se centros de convivência, onde histórias eram compartilhadas e conhecimentos transmitidos, dando os primeiros passos para a cultura e a comunicação complexa.

A luz do fogo também estendeu as horas de atividade, possibilitando o trabalho manual, como a confeção de ferramentas, e a arte rupestre, evidenciando um salto na criatividade humana.

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Em resumo, a descoberta do fogo foi um marco que transformou a sobrevivência em progresso, estabelecendo as bases para o desenvolvimento tecnológico e social que definiria a humanidade.

A obra de Mário Silva encapsula esse momento histórico, celebrando a resiliência e a inovação do Homem do Paleolítico.

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A descoberta do fogo foi o fundamento para o progresso humano, transformando a vida do Paleolítico e pavimentando o caminho para a civilização.

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Texto & Pintura digital: ©MárioSilva

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“A criança que sonhava voar como o seu papagaio de papel” – Mário Silva (IA)

Mário Silva, 25.06.25

“A criança que sonhava voar como o seu papagaio de papel”

Mário Silva (IA)

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Numa tarde ensolarada de junho, numa colina dourada, vivia um menino chamado Lucas.

Ele adorava observar o céu azul, onde as nuvens dançavam como flocos de algodão.

O seu maior tesouro era um papagaio de papel, pintado com cores vibrantes de amarelo e vermelho, com fitas coloridas que esvoaçavam ao vento.

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Lucas sonhava conseguir voar como o seu papagaio.

Ele imaginava subir alto, sentir o vento no seu rosto e explorar o mundo além das montanhas.

Todas as tardes, ele corria pela colina, soltando o papagaio e rindo enquanto ele subia.

"Um dia, eu vou com você", dizia ele, olhando para o céu.

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Uma noite, sob um céu estrelado, Lucas fez um pedido à lua.

Na manhã seguinte, um vento mágico soprou.

Quando soltou o papagaio, algo incrível aconteceu: ele sentiu-se leve, flutuando junto com o seu amigo de papel.

Juntos, voaram sobre rios, florestas e vilarejos, vivendo a aventura que ele sempre sonhara.

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Desde então, Lucas soube que os sonhos, quando alimentados com coragem, podem levá-lo a lugares incríveis, mesmo que seja por um instante mágico.

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Estória & Pintura digital: ©MárioSilva

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"Dia do Corpo de Deus" - Mário Silva (IA)

Mário Silva, 19.06.25

"Dia do Corpo de Deus"

Mário Silva (IA)

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A pintura digital "Dia do Corpo de Deus" de Mário Silva retrata uma cena religiosa centrada na celebração eucarística.

O foco principal é uma figura central, representando um sacerdote, vestida com uma túnica branca e uma estola vermelha, segurando um cálice dourado numa mão e erguendo a outra num gesto de bênção.

A auréola dourada ao redor da sua cabeça reforça a santidade da figura.

Em cima, uma cruz amarela num círculo simboliza a ressurreição e a divindade.

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À volta da figura central, outras pessoas vestidas com trajes clericais escuros observam, sugerindo uma assembleia litúrgica.

O fundo simples e as cores contrastantes (vermelho, dourado, preto e branco) destacam os elementos sagrados, transmitindo reverência e espiritualidade.

O vermelho da estola pode simbolizar o martírio e o sangue de Cristo, enquanto o dourado do cálice e da cruz evoca a luz divina e a eternidade.

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A composição reflete a solenidade do Dia de Corpus Christi, uma festa cristã que celebra a presença real de Cristo na Eucaristia.

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Texto & Pintura digital: ©MárioSilva

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"O Porto - minha cidade natal"

Mário Silva, 17.06.25

"O Porto - minha cidade natal"

Mário Silva (IA)

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A pintura digital "O Porto - minha cidade natal" de Mário Silva retrata uma vista encantadora da cidade do Porto, Portugal, com um estilo artístico que mistura traços detalhados e pinceladas de aguarela.

A obra captura a essência da cidade com as suas casas coloridas empilhadas nas encostas, iluminadas por luzes quentes que contrastam com o céu em tons de azul e laranja.

No topo, destaca-se a silhueta da igreja de Santo Ildefonso, com as suas duas torres imponentes, enquanto na base da pintura, uma ponte com arcos e lampiões antigos adiciona um toque histórico.

 A atmosfera é onírica, com respingos de cores vibrantes que sugerem movimento e emoção, refletindo a ligação profunda do artista com sua terra natal.

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O Porto a Cores

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Casas de mil tons, nas encostas a dançar,

Telhados vermelhos, o sol a se deitar,

Santo Ildefonso ergue-se, guardião do olhar,

No Porto, minha alma, não cessa de amar.

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Lampiões acesos, na ponte a sussurrar,

Histórias antigas, o rio a murmurar,

Cores que explodem, pincéis a derramar,

Na tela de Mário, o Porto a se revelar.

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Azul do Douro, laranja do entardecer,

Aguarela viva, que faz o peito aquecer,

Ó cidade minha, em ti quero viver,

Porto eterno, meu lar, meu bem-querer.

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Textos & Pintura digital: ©MárioSilva

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"A igreja de sonho ou o sonho da Igreja" – Mário Silva (IA)

Mário Silva, 15.06.25

"A igreja de sonho ou o sonho da Igreja"

Mário Silva (IA)

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A pintura digital "A igreja de sonho ou o sonho da Igreja" apresenta um interior de igreja barroca ricamente detalhado, com colunas ornamentadas, altares dourados e frescos vibrantes que adornam as paredes e o teto abobadado.

A luz que penetra pela cúpula cria um efeito etéreo, sugerindo uma dimensão quase celestial.

As cores intensas e a simetria arquitetónica evocam um sentimento de grandiosidade e espiritualidade, enquanto os detalhes minuciosos nos quadros e esculturas convidam a uma contemplação profunda.

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Esta imagem pode ser interpretada de duas maneiras distintas, refletindo a dicotomia sugerida pelo título.

Por um lado, "A igreja de sonho" sugere uma visão idealizada, um espaço sagrado que transcende a realidade, onde a arquitetura e a arte se fundem para criar um refúgio de paz e inspiração.

Por outro lado, "o sonho da Igreja" pode implicar uma projeção da própria instituição religiosa, um ideal ambicioso de poder, beleza e devoção que molda a perceção dos fiéis.

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A pintura digital "A igreja de sonho ou o sonho da Igreja" é uma obra que convida à reflexão sobre a relação entre o espaço sagrado e a visão humana que o concebe.

Através da sua paleta vibrante e arquitetura barroca, a imagem captura a essência de um templo que parece flutuar entre o tangível e o imaginário, levantando questões sobre a natureza da espiritualidade e da instituição religiosa.

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A primeira interpretação, "A igreja de sonho", transporta o observador para um plano quase místico.

Os frescos celestiais, as colunas majestosas e a luz que irradia da cúpula criam uma atmosfera de reverência e contemplação.

Este é um lugar onde o material se dissolve em algo maior, um santuário que existe mais na mente do que na realidade física.

Para o fiel ou o artista, pode representar um ideal de ligação divina, um espaço onde o espírito encontra repouso.

A riqueza dos detalhes sugere um esforço humano para alcançar o sublime, transformando pedra e tinta numa experiência espiritual.

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Contrapondo-se a essa visão, "o sonho da Igreja" aponta para a perspetiva da instituição religiosa.

Aqui, a grandiosidade da pintura pode simbolizar o desejo da Igreja de se apresentar como um pilar de poder e influência.

Os altares dourados e as obras de arte opulentas refletem séculos de riqueza acumulada e a intenção de impressionar, convertendo e unindo comunidades sob uma narrativa comum.

Este sonho, porém, carrega um peso ambíguo: enquanto inspira, também pode alienar, destacando a tensão entre a espiritualidade pura e os aspetos terrenos da organização religiosa.

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A dualidade entre essas interpretações reflete uma tensão histórica e filosófica.

A igreja como "sonho" é um espaço de transcendência individual, onde cada pessoa encontra o seu próprio significado.

Já o "sonho da Igreja" é uma construção coletiva, moldada por dogmas e estruturas de poder.

A pintura, com a sua beleza imponente, parece convidar o observador a questionar: trata-se de um lugar de elevação espiritual ou de uma projeção da ambição humana?

Talvez ambas as visões coexistam, como espelhos de uma mesma realidade complexa.

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Em última análise, "A igreja de sonho ou o sonho da Igreja" é uma celebração da arte e da fé, mas também um convite à reflexão.

A obra de Mário Silva lembra-nos que os espaços sagrados são tanto reflexos dos nossos anseios mais profundos quanto produtos das mãos que os edificaram, encapsulando a eterna dança entre o divino e o humano.

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Texto & Pintura digital: ©MárioSilva

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"O Padeiro" - Mário Silva (IA)

Mário Silva, 11.06.25

"O Padeiro"

Mário Silva (IA)

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A pintura digital "O Padeiro" de Mário Silva apresenta uma cena rica em detalhes, retratando um padeiro em pleno trabalho numa padaria tradicional.

A composição é dominada por tons quentes, especialmente os dourados e castanhos dos pães frescos que enchem as prateleiras e a mesa à frente do personagem central.

O padeiro, vestido com um uniforme branco e um chapéu característico, transpira dedicação, com as suas mãos ocupadas manipulando os pães, sugerindo um momento de criação e cuidado artesanal.

O fundo, repleto de garrafas e ingredientes, adiciona profundidade e reforça a ambientação de uma padaria autêntica, enquanto o leve vapor que emana dos pães recém-cozidos cria um efeito dinâmico e sensorial.

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Artisticamente, a obra utiliza uma técnica que imita texturas táteis, como se fosse uma pintura a óleo ou mosaico, o que confere uma sensação de tridimensionalidade.

A escolha de cores quentes e a iluminação suave destacam o pão como o verdadeiro protagonista, simbolizando sustento e tradição.

A análise crítica aponta para uma celebração da simplicidade e do trabalho manual, contrastando com a era digital, e pode ser interpretada como um tributo à resiliência cultural das profissões artesanais.

No entanto, a falta de diversidade na paleta de cores ou de elementos narrativos mais complexos pode limitar a profundidade emocional da obra, mantendo-a mais como uma representação estática do quotidiano.

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A profissão de padeiro é um pilar fundamental da sociedade, ligando o passado e presente através da arte de transformar ingredientes simples em alimento essencial.

Desde tempos antigos, os padeiros têm desempenhado um papel vital, garantindo o suprimento de pão, um símbolo universal de nutrição e partilha.

Além da sua função prática, essa profissão carrega uma dimensão cultural, preservando técnicas tradicionais que atravessam gerações.

O padeiro não é apenas um artesão, mas um guardião da história gastronómica, adaptando-se às mudanças enquanto mantém a essência do ofício.

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No contexto moderno, a procura por pães artesanais reflete um retorno aos valores de autenticidade e qualidade, destacando a importância económica e social dos padeiros.

Eles contribuem para a economia local, criam empregos e fortalecem comunidades ao oferecer produtos que vão além da alimentação, promovendo momentos de união em torno da mesa.

A sua dedicação diária, muitas vezes iniciada de madrugada, reflete um compromisso silencioso, mas indispensável, que merece reconhecimento e valorização.

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Texto & Pintura digital: ©MárioSilva

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"Dedo no nariz" - Mário Silva (IA)

Mário Silva, 09.06.25

"Dedo no nariz"

Mário Silva (IA)

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A pintura digital "Dedo no Nariz" de Mário Silva retrata uma criança com cabelos castanhos e ondulados, usando óculos redondos e uma blusa de tons quentes.

A criança está com o dedo indicador no nariz, num gesto que pode ser interpretado como infantil e espontâneo.

A técnica utilizada assemelha-se ao estilo impressionista, com pinceladas soltas e uma paleta de cores suaves, predominantemente em tons de azul, bege e vermelho, criando uma atmosfera delicada e nostálgica.

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Mário Silva utiliza uma abordagem impressionista, com foco na textura e na luz, em vez de detalhes minuciosos.

O fundo desfocado, com manchas de cor, sugere profundidade e movimento, enquanto a figura central é mais definida, atraindo o olhar do observador.

A escolha das cores quentes na roupa da criança contrasta com o fundo mais frio, criando um equilíbrio visual.

A textura da pintura digital imita pinceladas tradicionais, o que confere um caráter tátil à obra, mesmo sendo digital.

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O gesto da criança, colocando o dedo no nariz, pode ser interpretado de várias formas.

Por um lado, é um ato natural e ingénuo, típico da infância, que evoca uma sensação de inocência e autenticidade.

Por outro, pode ser visto como uma crítica subtil à sociedade, que muitas vezes reprime comportamentos espontâneos em nome das convenções sociais.

A expressão da criança, com os olhos semicerrados por trás dos óculos, sugere introspeção ou desinteresse pelo mundo ao seu redor, talvez uma metáfora para a alienação ou a indiferença num mundo adulto que não compreende a simplicidade infantil.

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Mário Silva, ao escolher esse tema, parece querer capturar a essência da infância na sua forma mais crua e sem filtros.

A obra pode ser lida como uma celebração da liberdade e da autenticidade que as crianças possuem, mas que frequentemente perdem ao crescer.

A escolha do título "Dedo no Nariz" reforça essa ideia, ao destacar um comportamento que, embora considerado "inapropriado" pelos padrões adultos, é natural e despretensioso.

A pintura também pode provocar um sorriso ou desconforto no observador, dependendo de sua perspetiva, o que demonstra a habilidade do artista em gerar uma reação emocional.

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A obra é eficaz na sua simplicidade, usando um momento quotidiano para transmitir uma mensagem mais profunda sobre a natureza humana e as expetativas sociais.

No entanto, a falta de um contexto mais amplo na composição pode limitar interpretações mais complexas — o fundo abstrato, embora esteticamente agradável, não oferece pistas adicionais sobre o ambiente ou a história da criança.

Ainda assim, "Dedo no Nariz" destaca-se pela sua capacidade de ligar o observador com memórias pessoais da infância, ao mesmo tempo em que questiona normas culturais de maneira subtil e bem-humorada.

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Em suma, Mário Silva cria uma pintura digital que é tanto um retrato encantador quanto uma reflexão sobre a espontaneidade e as pressões sociais, utilizando uma técnica impressionista para dar vida a um momento aparentemente trivial, mas carregado de significado.

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Texto & Pintura digital: ©MárioSilva

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“A pintura com inteligência artificial: arte ou fraude?”

Mário Silva, 07.06.25

“A pintura com inteligência artificial:

arte ou fraude?”

A pintura com inteligência artificial é um tema que divide opiniões, e a resposta depende de como definimos "arte" e "fraude".

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Arte

A IA pode criar obras visualmente impressionantes, combinando estilos, técnicas e influências de maneira inovadora. Algumas “ferramentas” produzem imagens que rivalizam com trabalhos humanos em termos de composição, cor e impacto emocional. 

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Artistas usam IA como ferramenta, assim como pincéis ou softwares de edição.

A criatividade humana ainda guia o processo, definindo “Prompts”, ajustando resultados e contextualizando a obra. 

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A arte sempre evoluiu com a tecnologia (da invenção da tinta a óleo à fotografia).

A IA é apenas uma nova etapa, expandindo o que é possível criar. 

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Exemplo: obras geradas por IA já foram expostas em galerias e leiloadas, como o retrato "Edmond de Belamy" (vendido por US$432.500 em 2018).

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Fraude

Críticos argumentam que a IA carece de intencionalidade, emoção e experiência humana, elementos centrais da arte.

Ela apenas recombina dados de obras existentes, muitas vezes sem crédito aos artistas originais. 

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Há preocupações éticas: modelos de IA são treinados em vastos bancos de imagens, muitas vezes sem permissão dos criadores, levantando questões sobre plágio e direitos autorais. 

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A facilidade de gerar imagens com “Prompts” simples pode desvalorizar o trabalho de artistas humanos, saturando o mercado com conteúdo genérico ou enganoso.

Alguns veem como "fraude" quando obras de IA são apresentadas sem transparência sobre a sua origem, enganando o público sobre o processo criativo.

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Em conclusão, não é arte nem fraude em termos absolutos.

A pintura com IA é uma ferramenta que pode ser usada de forma criativa e ética (como arte) ou de maneira exploratória e desonesta (como fraude).

O valor artístico depende do contexto, da intenção do criador e da receção do público.

A transparência sobre o uso da IA e o respeito aos direitos dos artistas originais são cruciais para legitimar seu uso.

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Texto & Vídeo: ©MárioSilva

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"Uma maçã por dia ... nem sabe o bem que lhe fazia" - Mário Silva (IA)

Mário Silva, 07.06.25

"Uma maçã por dia ... nem sabe o bem que lhe fazia"

Mário Silva (IA)

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A pintura digital "Uma maçã por dia ... nem sabe o bem que lhe fazia" de Mário Silva apresenta uma composição vibrante e geométrica, onde uma maçã branca com folhas verdes é o ponto focal, rodeada por formas abstratas e coloridas.

A obra combina elementos realistas, como a maçã e as folhas, com um fundo fragmentado em tons de laranja, vermelho, azul e branco, criando um contraste visual intrigante.

A presença de uma maçã vermelha ao lado e de outras formas orgânicas sugere uma celebração da natureza e da diversidade da fruta.

A assinatura do artista no canto inferior direito reforça a autenticidade e o toque pessoal da criação.

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Analiticamente, a obra pode ser interpretada como uma metáfora visual para os benefícios da alimentação saudável.

A escolha da maçã, frequentemente associada ao ditado "uma maçã por dia mantém o médico afastado", reflete uma mensagem de bem-estar.

A explosão de cores e formas geométricas pode simbolizar a vitalidade e a energia proporcionadas por uma dieta rica em frutas, enquanto a técnica digital destaca a modernidade do tema.

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O consumo de frutas, como a maçã, é essencial para a saúde humana.

Elas são ricas em vitaminas, minerais e fibras, que fortalecem o sistema imunológico, promovem a saúde digestiva e ajudam na prevenção de doenças crónicas, como diabetes e doenças cardíacas.

A inclusão regular de frutas na dieta diária é recomendada por organizações de saúde, sendo uma prática simples e eficaz para melhorar a qualidade de vida.

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A obra combina realismo e abstração, usando a maçã como símbolo de saúde.

As cores vibrantes e as formas fragmentadas sugerem vitalidade, possivelmente refletindo os benefícios de uma dieta saudável.

A técnica digital reforça a modernidade da mensagem.

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Frutas, como a maçã, são fundamentais para a saúde humana, sendo ricas em vitaminas (como C e A), minerais (como potássio) e fibras.

Elas fortalecem o sistema imunológico, melhoram a digestão e ajudam a prevenir doenças crónicas, como diabetes e problemas cardiovasculares.

Organizações de saúde recomendam o consumo diário de frutas para promover bem-estar.

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Texto & Pintura digital: ©MárioSilva

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"Amendoeiras em Flor" - Mário Silva (IA)

Mário Silva, 05.06.25

"Amendoeiras em Flor"

Mário Silva (IA)

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A pintura digital "Amendoeiras em Flor" de Mário Silva retrata uma paisagem primaveril serena, típica da região de Trás-os-Montes, Portugal.

A composição destaca uma amendoeira em pleno florescimento, com as suas flores brancas e delicadas contrastando com o tronco robusto e escuro da árvore.

O caminho de terra que serpenteia pela cena guia o olhar do observador para o horizonte, onde colinas suaves e outras amendoeiras estendem-se sob um céu azul com nuvens esparsas.

A paleta de cores é vibrante, com tons de verde, amarelo e branco que evocam a vitalidade da natureza em flor.

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A técnica digital de Mário Silva imita o estilo impressionista, com pinceladas soltas que capturam a luz e a textura das flores e da vegetação.

A assinatura do artista no canto inferior direito adiciona um toque pessoal à obra, reforçando a sua autenticidade.

A escolha do tema reflete uma ligação profunda com a cultura transmontana, onde as amendoeiras não são apenas um elemento paisagístico, mas também um símbolo de identidade e sustento.

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Criticamente, a obra é bem-sucedida em transmitir a beleza efémera das amendoeiras em flor, mas poderia explorar mais a interação entre os elementos da paisagem, como figuras humanas ou sinais de atividade agrícola, para enriquecer a narrativa cultural.

Ainda assim, a pintura é um tributo visual à região, capturando a essência de Trás-os-Montes com sensibilidade e poesia.

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As amendoeiras têm uma importância histórica e económica para a região de Trás-os-Montes, em Portugal.

Esta região, conhecida pela sua paisagem rural e tradições agrícolas, encontra nas amendoeiras não apenas uma fonte de rendimento, mas também um elemento central da sua identidade cultural.

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Em Trás-os-Montes, as amendoeiras são cultivadas há gerações, aproveitando o clima mediterrânico da região, com invernos frios e verões quentes, ideal para o seu crescimento.

A produção de amêndoas é uma atividade agrícola significativa, gerando emprego e rendimento para muitas famílias.

As amêndoas transmontanas são valorizadas pela sua qualidade, sendo frequentemente utilizadas na doçaria tradicional, como os famosos doces de amêndoa, e exportadas para mercados nacionais e internacionais.

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A apanha da amêndoa, que ocorre geralmente entre agosto e setembro, mobiliza as comunidades locais, criando um ciclo de trabalho sazonal que reforça os laços sociais.

Além disso, o turismo associado às amendoeiras em flor, especialmente em fevereiro e março, atrai visitantes que impulsionam a economia local através da procura por alojamento, gastronomia e artesanato.

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Apesar dos benefícios económicos, o cultivo de amendoeiras enfrenta desafios, como a escassez de água e as alterações climáticas, que afetam a produtividade.

Muitos agricultores transmontanos têm adotado práticas sustentáveis, como a agricultura biológica e a utilização eficiente de recursos hídricos, para garantir a continuidade desta cultura.

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As amendoeiras são um pilar da economia transmontana, proporcionando sustento económico e cultural às comunidades locais.

A sua preservação e valorização são essenciais para o futuro da região, equilibrando tradição e inovação.

Proteger este legado é garantir que as gerações futuras possam continuar a colher os frutos desta árvore tão emblemática.

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Texto & Pintura digital: ©MárioSilva

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